Com o peito sempre exposto ao desencanto de Domingo. e ao aperto mecânico da nostalgia precoce. Com as mãos a cobrir o estreito campo de visão que apenas vê os vincos, as dobras e os rostos amarrotados no horizonte demasiado perto e envolvente. Com um pé à frente do outro se vai aproximando o cortante começo da fatalidade iminente. E o fim da linha pode ser o começo, dependendo do ângulo e da vontade de começar de novo, outra vez.
E pensar que se não fosse tudo isto, não era nada.
E saber que a profundidade de cada um é medida em derrotas e em coragem
não a coragem épica, irreflectida de pedra, mas a coragem de saber o limite do chão. e de saber que o chão é o ponto de partida para o resto. A coragem de olhar para os próprios ténis corroídos pelo tempo e tudo mais, e saber que cair é aquilo que fazemos para sentirmos o prazer de renascer.














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Twisting under schizophrenia
Falling deep into dementia.
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See also: [link]
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Fuse the two: KAPOW! What are you now?
You're the human magic marker, won't you please surprise my eyes?!
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